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Turismo na Zona Oeste

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ALENQUER

Alenquer foi conquistada aos mouros por D. Afonso Henriques em 1148 tendo sido por ele reedificada. D. Sancho I construiu um palácio nesta vila doada a D. Sancha sua filha que lhe concedeu o primeiro foral. Mais tarde, Alenquer teve novas cartas de foral, dadas por D. Dinis em 1302 e por D. Manuel em 1510.
Alenquer é reconhecida como Vila Presépio, devido à realização anual desde há cerca de trinta anos de um presépio em tamanho gigante numa das encostas que formam o vale do centro da vila.
Limitada a norte pelas alturas da serra de Montejunto e a sul pelas terras baixas da beira do rio, na margem direita do Tejo, o concelho oferece um diversidade paisagística invulgar, uma riqueza agrícola de grande significado, um passado histórico invejável e um conjunto monumental de grande valor artístico. De destacar as ruínas do antigo castelo (sec XIII), Igreja de S. Pedro com o túmulo de Damião de Góis (séc. XVI), convento de S. Francisco e museu Hipólito Cabaço, com mais de 40 mil peças de arqueologia.
As velhas quintas solarengas, os bons vinhos brancos e tintos, o artesanato e a serra de Montejunto (turismo rural) proporcionam, a poucos quilómetros de Lisboa, momentos de inefável fruição. Aliás, o futuro aeroporto Internacional de Lisboa na Ota, constitui, já, uma grande oportunidade de desenvolvimento para o concelho e região.

http://www.cm-alenquer.pt/

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ARRUDA DOS VINHOS

O concelho de Arruda dos Vinhos situa-se a 36 Km a norte de Lisboa, entre os concelhos de Sobral de Monte Agraço, Alenquer, Vila Franca de Xira, Loures e Mafra. A área é de 77 Km² distribuídos por quatro freguesias. Arranhó, Arruda dos Vinhos, Cardosas e São Tiago dos Velhos. A sua população ronda actualmente os onze mil habitantes.
As primeiras marcas de ocupação humana no território que corresponde hoje ao concelho de Arruda dos Vinhos remontam ao período Neolítico. Da época romana encontram-se igualmente bastantes vestígios, fixando-se a primeira marca de autonomia municipal no ano de 1172 quando D. Afonso Henriques faz lavrar um documento de doação da vila de Arruda à Ordem de São Tiago, acto que é confirmado em Santarém em 1218, por D. Afonso II.
O foral é atribuído em 1517, por D. Manuel I, depois do rei se ter refugiado no Paço da Vila, aquando da devastação do reino pela peste. Este monarca prometeu restaurar a igreja Matriz e dedicá-la a Nossa Senhora da Salvação, caso saísse ileso da epidemia, o que se veio a comprovar. Deste modo, o rei ordenou que se organizassem festividades na vila em honra da virgem no dia 15 de Agosto de cada ano, tradição que se manteve até aos nossos dias.
Durante as invasões napoleónicas foram construídos quatro fortes que integravam as Linhas de Torres, contribuindo para a defesa da capital.

http://www.cm-arruda.pt/

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BOMBARRAL

O Concelho de Bombarral tem como limite geográfico a norte o concelho de Óbidos, a este o concelho de Caldas da Rainha, a sudeste e sul o concelho de Cadaval e a sudoeste o concelho da Lourinhã, com que confina também a Oeste. Tem tradicionalmente um forte pendor agrícola, reflectindo-se essa característica no seu "modus vivendi" e no significativo valor de efectivos de trabalho, absorvidos pelo sector primário, com valores residuais de desemprego. Aparece-nos com naturalidade a vocação para o turismo rural, com especial incidência na Rota da Vinha e do Vinho. Destacam-se duas quintas: Loridos (casa senhorial do sec. XVI) e Cerejeiras.
Para os amantes do desporto automóvel, ou que simplesmente gostem de novas experiências, é de destacar o KIRO-Kartódromo Internacional do Oeste. Implantado numa área total de 8 Hectares, oferece aos seus utentes uma pista com 1.203 metros de perímetro e de oito a dez de largura, com 15 variantes diferentes.
Historicamente o concelho tem vestígios arqueológicos valiosos (grutas do paleolítico, e um castro) ainda não totalmente explorados, mas que atestam de modo evidente a ocupação deste espaço desde tempos muito remotos.
É no carvalhal que se encontra a construção mais antiga do concelho. Doada por D. Diniz a um fidalgo aragonês, a Torre Medieval é classificada de interesse público.

http://www.cm-bombarral.pt/

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CADAVAL

"Não há gelo para no verão refrescar as bebidas e a neve, que tem de ser trazida de uma distância de setenta léguas, é rara e caríssima. Usam-se, porém, umas pequenas e delicadas infusas feitas de barro, muito abundante em Portugal, nas quais, postas ao relento, a água refresca maravilhosamente"
Foi nestes termos que um estrangeiro, nos princípios do séc. XVIII, registou a dificuldade em obter gelo durante os meses de estio em Lisboa.
De facto, face ao enorme consumo de gelo quer nas classes mais populares como na corte e nobreza, D. João V teve que encontrar forma de produzir gelo num local situado próximo de Lisboa. Frustada a tentativa do castelo de São Jorge, a escolha recaiu sobre a serra de Montejunto, devido às condições climatéricas existentes.
Nascia assim a Real Fábrica do Gelo, monumento de características arquitectónicas ímpares no nosso país. Juntamente com a possibilidade recreativa que a serra de Montejunto ao nível do turismo de natureza (passeios pedestres, espeleologia, para-pente e asa delta, orientação, etc) oferece, o concelho do Cadaval apresenta-se com uma oferta turística eminentemente de natureza e ruralidade.
A produção vitivinícola é de extrema importância na economia do concelho, provando com o decorrer dos anos ser a mais rentável; de resto, a paisagem rural reflecte as vastas áreas de vinhedos que se estendem até às encostas do maciço calcário de Montejunto.

http://www.cm-cadaval.pt/

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CALDAS DA RAINHA

Caldas da Rainha é uma cidade Termal, fundada nos finais do século XV pela Rainha D. Leonor, esposa do Rei D. João II. De facto, o termalismo, razão da existência desta cidade, é sem dúvida, um dos grandes atractivos turísticos, pontificando aí o hospital termal. Oferece ainda propostas diversificadas, desde o típico mercado diário da fruta, passando por um património museológico (museu Malhoa - onde se expõe a obra do mestre português -, Casa Museu São Rafael, museu de cerâmica e museus de escultura) que faz da cidade um importante pólo cultural. É igualmente um dos principais centros cerâmicos do país, onde as peças do artista Rafael Bordalo Pinheiro se destacam pela originalidade e crítica mordaz aos costumes sociais e políticos da sua época; a figura popular do Zé Povinho ou os pratos de couves exemplificam precisamente essa atitude irreverente.
Na gastronomia, por influência da cultura conventual, as trouxas, as lampreias de ovos e as famosas cavacas são referências da riqueza, da singularidade e identidade cultural da cidade.
A oferta turística é também constituída pela belíssima praia da Foz do Arelho, situada na confluência da Lagoa de Óbidos com o mar. A Lagoa terá sido mais extensa, chegando inclusivamente até às muralhas de Óbidos. Ideal para a prática de desportos náuticos como o windsurf, fica nos concelhos das Caldas da Rainha (margem norte) e Óbidos (margem sul), servindo de fronteira. Na margem norte fica a praia da Foz do Arelho - povoação a cerca de 10 Km das Caldas. Situa-se numa depressão pouco profunda, de contornos irregulares e muito instáveis junto ao mar, cuja barreira natural de separação é formada por um cordão de dunas litorais.

http://www.cm-caldas-rainha.pt/

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LOURINHÃ

O surgimento do nome Lourinhã está, segundo algumas versões, ligado à existência de uma povoação romana. No Século XII, foi o Rei D. Afonso Henriques quem concedeu ao fidalgo francês D. Jordão as terras hoje conhecidas por Lourinhã pelos valorosos serviços prestados por este na conquista de Lisboa aos mouros.
O primeiro foral da Lourinhã, dado por D. Jordão, não possui data certa, embora alguns historiadores o remetam para o ano de 1160, tendo sido sucessivamente confirmado pelo Rei D. Afonso II, em Março de 1218 e pelo Rei D. Afonso III, a 16 de Outubro de 1251. O Rei D. João I concedeu a mercê de senhorio da Lourinhã a D. João das Regras que o tinha ajudado na da sucessão do reino. Com o decorrer dos anos, os velhos forais foram-se desajustando, o que levou o Rei D. Afonso V, em 1474, a ordenar o seu exame. É já no reinado de D. Manuel I que estes são reformados, entre 1495 e 1521, sendo atribuído o foral novo da Lourinhã no dia 1 de Junho de 1512.

Situado na Região Oeste de Portugal Continental, a 65km a norte de Lisboa e com cerca de 14km de costa, o concelho da Lourinhã ocupa uma área total de 146 Km2, em que mais de 80% constitui área agrícola e florestal e apenas 4% está ocupada por habitação e é composto por onze freguesias: Atalaia, Lourinhã, Moledo, Moita dos Ferreiros, Marteleira, Miragaia, Ribamar, Reguengo Grande, S. Bartolomeu dos Galegos, Santa Bárbara e Vimeiro.
O conselho de Lourinhã localiza-se na parte litoral da região oeste e faz parte integrante de 11 conselhos que englobam a " região de turismo do oeste ", conhecida também por Costa da Prata.
Zona de excelência pelas suas belas praias, mantendo intactas em algumas delas a sua textura selvagem, a gastronomia e suas gentes a Lourinhã torna-se cada vez mais num local aprazível e de interesse na procura como destino turístico.
Do seu património histórico, arquitectónico e artístico destacam-se a Igreja de Santa Maria da Anunciação (Igreja do Castelo), classificada Monumento Nacional, a Misericórdia e a sua Igreja, o Convento e Igreja de Santo António, classificado Monumento Nacional, o Forte de Paimogo, classificado como Imóvel de interesse Público, está situado sobre as arribas da Praia de Paimogo tendo sido construído em 1674 por ordem de D. António Luís de Menezes, Conde de Cantanhede e o Monumento Comemorativo da Batalha do Vimeiro onde a 21 de Agosto de 1908 na região de Vimeiro se travou a batalha entre o exército Napoleónico e o exército Anglo - Luso.
A Costa dos dinossauros dá-lhe enorme visibilidade. O Museu da Lourinhã possui a maior colecção Ibérica de fósseis de dinossauros do jurássico Superior e uma das mais importantes a nível mundial. Entre estes fósseis, com 150 milhões de anos, encontram-se vários vestígios de dinossauros carnívoros bem como vários ovos contendo os mais antigos embriões de dinossauros de todo o mundo e o segundo maior ninho conhecido, com mais de 100 ovos. O Museu expõe uma série de dinossauros que são os únicos exemplares conhecidos desta espécie.
No litoral destacam-se as Praias de Paimogo, Areia Branca, Peralta, Porto de Barcas, Porto Dinheiro e Valmitão.
As praias estendem-se por toda a costa, onde a presença de sol é constante durante as quatro estações do ano, tendo temperaturas que variam entre os 14 e 20 graus no outono e inverno e os 22 e 30 graus na primavera e verão.
A constante temperatura amena durante todo o ano convida os visitantes à prática de diversos desportos náuticos como a pesca desportiva, caça submarina, jet ski, surf entre outros. A oferta natural e a beleza dos campos agriculas proporcionam caminhadas descontraídas e relaxantes mantendo-o em contacto directo com a natureza e a vida agricula. Pode ainda desfrutar da prática de diversas actividades como o golf a equitação, ténis, caça, BTT ou simplesmente descansar.
Lourinhã, uma janela aberta para o oceano atlântico e para o campo numa conjugação perfeita do azul do mar com o verde dos campos.

http://www.cm-lourinha.pt/

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ÓBIDOS

"Restabeleçam sobre os alicerces que ainda existem alguns dos velhos edifícios arrasados pelo terramoto de 1755; suprimam não mais de uma dúzia de construções deste século; dêem ao que fica a ligeira restauração cenográfica de alguns detalhes arquitectónicos; e, sem tocarem na disposição geral das ruas e no agrupamento das casas, aqui têm Óbidos, fielmente e integralmente ressuscitado, um velho burgo português de há trezentos anos".
Foi neste termos que Ramalho Ortigão relembrou uma existência secular repleta de história, cultura e património.
De facto, sendo um dos tesouros do nosso país, a vila medieval de Óbidos não pode, face aos inúmeros pontos de interesse turístico, dispensar uma demorada visita. Ultrapassada a Porta da Vila, que tem no seu interior um oratório dedicado à padroeira N.S. da Graça, sente-se imediatamente a enorme atracção que o pitoresco das casas caiadas de branco e as ruas sinuosas exercem sobre o visitante. Igrejas, janelas manuelinas, pátios ou escadarias são também pontos de referência.
O Castelo de Óbidos, onde está instalada uma Pousada, deverá ter origem romana, no entanto, foi sob domínio árabe que granjeou o estatuto de fortificação.
A Lagoa de Óbidos (ideal para a prática de desportos náuticos), a cidade romana de "Eburobrittium", ou o campo de golf da Praia D´el Rey são outros elementos que merecem, seguramente, uma deslocação.

http://www.cm-obidos.pt/

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PENICHE

A sua origem perde-se na noite dos tempos. Sabe-se ter sido em tempos remotos Peniche uma ilha, sem a língua de areia que a liga ao Continente e aí teria acorrido, fugindo à retaliação das hostes de Júlio César e aproveitando o escarposo e inacessível recorte, um punhado de lusitanos que teriam resistido e fundado a povoação. Rodrigues Carvalheiro e Eduardo Dias transcrevem nas "Memórias de forasteiros" a narrativa do Cruzado Osberno, companheiro de Afonso Henriques, na tomada de Lisboa: "No dia seguinte aportámos à Ilha de Peniche distante do Continente cerca de 800 passos. Abunda esta ilha em veados e sobretudo em coelhos: também se encontra nela a planta do alcaçuz..."
Peniche, no tempo antigo significativa de "barco pequeno", mas houve também historiadores, lembrando-se da afinidade fonética com a palavra península, lhe atribuíram a designação por corrupção dessa palavra.
O Concelho oferece inúmeros pontos de interesse: para além de uma imprescindível visita à Fortaleza Museu, imperioso é conhecer as igrejas deste Concelho, cada qual com a sua riqueza e beleza arquitectónica. Destas se destacam em Peniche as da Misericórdia, Nª Sr.ª da Ajuda, Santuário dos Remédio e S. Pedro.
O artesanato, verdadeiro ex-líbris da cidade, tem nas rendas de bilros a sua maior expressão.
Peniche oferece ainda um conjunto de praias (Baleal, consolação, Supertubos, S. Bernardino, etc) de invulgar beleza ideais para o surf e outros desportos náuticos, bem como a única reserva natural marítima: ilha da berlenga.

http://www.cm-peniche.pt/

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RIO MAIOR

As primeiras provas de vida humana, em Rio Maior (cidade do desporto), remontam aos períodos pré-históricos, nomeadamente, ao paleolítico Inferior e Superior. Os abrigos naturais oferecidos pela serra e pela florestação, assim como o clima ameno que se faz sentir seriam os principais atractivos para a ocupação e estabelecimento de povoados.
O concelho representa, em termos produtivos, uma zona de transição entre a região Ribatejana e o Litoral Oestes, sendo que o sector agrícola ainda mantém alguma preponderância.
Turisticamente vale a pena uma visita às Salinas, ou Marinhas de Sal, como também são conhecidas. Distam 3km de Rio Maior e encaixam-se num vale no sopé da Serra dos Candeeiros, rodeadas de arvoredo, vinhas e terras de cultivo. O conjunto apresenta-se como uma minúscula aldeia de ruas de pedra e casas de madeira junto à qual se destacam uns curiosos tanques de formas e dimensões irregulares, que a partir da Primavera se enchem de água salgada dando origem a alvas pirâmides de sal.
O documento mais antigo que se conhece referente às salinas data de 1177, mas pensa-se que o aproveitamento do sal-gema já seria feito desde a Pré-história.
A mais recente aposta da Câmara de Rio Maior centra-se no desporto, fazendo a recente Escola Superior de Desporto, o Centro de Estágios (100 camas) e todo o complexo desportivo um conjunto ímpar no país.

http://www.cm-riomaior.pt/

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SOBRAL DE MONTE AGRAÇO

O documento mais antigo conhecido é datado de Outubro de 1186 e através dele D. Sancho I doou o "Reguengo de Soveral" ao Bispo D. Paio da Sé de Évora e aos seus sucessores.
Estava-se em pleno período da reconquista cristã. Tornava-se necessário povoar as terras de modo a não permitir uma nova invasão de mouros.
A doação do reguengo permitiu a formação de um povoado - Montagraço - cujos habitantes cultivavam as terras pagando para isso rendas e dízimos ao seu donatário. Será a partir deste reguengo que se irá formar o concelho de uma só freguesia que irá originar o actual Concelho de Sobral de Monte Agraço. De 20 de Dezembro de 1518 data o Foral de Monte Agraço, concedido por D. Manuel I.
No início do século XIX o concelho sofre as consequências das destruições causadas pelas invasões francesas, ao mesmo tempo que tem um papel de relevo na defesa do país. Situavam-se na área do concelho vários fortes que no seu conjunto formaram a primeira das linhas de Torres Vedras, e em vários locais , ainda hoje podemos encontrar as posições de fogo, as trincheiras e os fossos.
A visitar: Casa de São Salvador do Mundo, uma das melhores unidades de turismo de habitação da região de Turismo do Oeste, a Igreja de São Quintino, mandada edificar por D. Manuel I em 1520 e classificada como Monumento Nacional por Decreto de 16 de Junho de 1910 e Forte Grande de Montagraço (Forte de Alqueidão), importante fortificação da 1.ª Linha de Torres Vedras e impressionante miradouro

http://www.cm-sobral-monte-agraco.pt/

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TORRES VEDRAS

As origens de Torres Vedras esfumam-se perdidas no tempo. Terá sido no Castro calcolítico do Zambujal que surgiu a primeira estrutura civilizada do território nacional. Também os romanos elegeram os vales férteis de Torres Vedras para a instalação de numerosas casas de campo, tendo iniciado o cultivo da vinha.
Porém, só após a reconquista cristã Torres Vedras tem a sua afirmação histórica. A criação do concelho remontará ao reinado de D. Afonso Henriques, embora o primeiro foral date de 1250, atribuído por D. Afonso III, reformado posteriormente por D. Manuel, em 1510.
Palco de memoráveis acontecimentos, foi nesta cidade que se reuniu D. João I com o seu conselho, em 1413, para deliberar sobre a conquista de Ceuta.
Destaca-se, no entanto, pelas suas repercussões sociais, culturais e económicas um facto histórico: o complexo sistema defensivo das Linhas de Torres, que permitiu vencer as tropas napoleónicas aquando das suas invasões.
Terra de sol e mar por excelência, com 20 Km de costa marítima, as praias de Santa Cruz, Porto Novo, Santa Rita ou da Assenta, registam uma forte procura, não só nos meses do verão, como também ao longo de todo o ano. Ambientes tranquilos ou areais cosmopolitas podem possibilitar momentos de lazer e instantes de prática desportiva, nomeadamente, surf. São, ainda, zonas preferenciais para 2.ª habitação.
O complexo termal do Vimeiro, o centro hípico, o campo de golf do Hotel Golf Mar ou o Aeroclube são equipamentos que suscitam uma ocupação complementar à oferta das praias.

http://www.cm-tvedras.pt/

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Texto e imagem © Região Turismo Zona Oeste